Crítica | Procurando Dory

Após 13 anos, a Disney decidiu lançar um segundo filme para um dos seus maiores sucessos infantis "Procurando Nemo".

Dory, a peixinha cirurgião-patela, que ganhou destaque no primeiro filme devido ao seu problema de memória e por saber falar baleiês,  agora tem um filme para chamar de seu. A ideia de criar uma história sobre a origem da personagem que não se lembra da sua família foi uma excelente estratégia para dar uma continuidade à trama sem cair no problema do público pensar que está assistindo "mais do mesmo".

"Procurando Dory" começa com Dory (voz de Ellen DeGeneres no original /Maíra Góes na versão nacional), ainda bebê, aprendendo com seus pais Charlie e Jenny maneiras de lidar com os outros animais e também como voltar para casa. Infelizmente, devido a uma correnteza Dory se perde de seus pais e vai para o oceano, com o tempo a peixinha esquece de sua família e vaga sem saber para onde ir, apenas com seu lema "continue a nadar" na mente. É acidentalmente que Dory encontra Marlin, pai de Nemo, que está desesperado porque o filho foi capturado por mergulhadores, e resolve ajudá-lo. Quando as histórias dos dois filmes se cruzam, fazem uma passagem de tempo de um ano, é quando Dory finalmente começa a se lembrar que tem uma família. Ela decide ir atrás deles, mas vai precisar da ajuda de Marlin e Nemo para não se esquecer de nenhum detalhe.

Em sua jornada, ela faz novos amigos, como o polvo Hank (dublado pelo o humorista Antonio Tabet), e reencontra alguns do seu passado.

Dirigido por Andrew Stanton, que também foi o responsável pelo o primeiro filme, Procurando Dory é repleto de mensagens bacanas para as crianças. O filme mostra para elas que ter uma deficiência, seja ela qual for, não as torna menos capazes do que os outros e que ser diferente é legal. A peixinha torna-se um símbolo de esperança em um momento em que a mídia tenta transformar as crianças em iguais sem respeitar suas individualidades, vontades, jeitos e características. Outra mensagem que o filme dá bastante enfoce é a questão da preservação das espécies marinhas e que as crianças devem respeitar os animais.  

O filme também possibilita que a Pixa e a Disney possam abordar as histórias dos outros personagens que foram apresentados na trama. 

Procurando Dory é sensível, divertido, inteligente, fofo, repleto de reviravoltas criativas e apresenta um visual gráfico extremamente real e está em cartaz, a partir de hoje, nos cinemas brasileiros. Uma dica, se for assistir o filme, espere passarem os créditos! 

Confira o trailer:

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Sobre o autor

Babi Bernardo

Babi Bernardo, carioca, Designer de Moda pelo SENAC-RJ, Personal Stylist pelo curso da Dany Padilla, cursando Gestão de Varejo pela UNIVAR-UCAM, especialista em Fashion Buying & Merchandising pela London College of Fashion. Trabalha no varejo há sete anos com foco em Compras. É editora-chefe do Satisfashion Brazil.

 

 

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