Cinema e TV

Enquanto os fãs se despediam do primeiro dia de encontro com Ian Somerhalder, Paul Wesley e Kat Graham, o Satisfashion junto com outros jornalistas estava à espera dos atores para a coletiva de imprensa em um hotel do Rio de Janeiro. Os três astros de The Vampire Diaries vieram ao nosso país no último final de semana para participarem de um evento com os fanáticos brasileiros. Realizado pela produtora DayDream, os intérpretes de Damon, Stefan e Bonnie passaram o dia todo de sábado (02) e domingo (03) tirando fotos, distribuindo autógrafos e conversando com uma legião de fãs na cidade maravilhosa. Acompanhados de Nikki Reed (esposa de Ian) e Phoebe Tonkin (namorada de Paul que também participou da convenção Vampire Attraction) o grupo fez sucesso no Rio.

Descontraídos e simpáticos durante a coletiva, os atores ficaram diversas vezes brincando entre si e se zoando, mostrando que a sintonia também é forte fora de cena. Paul implicava com Kat, e como consequência, a atriz o empurrava e o batia. Tudo de brincadeira é claro.

O ator chegou a cantar um trecho do refrão de Survivor, famosa canção das Destiny's Child, e Kat, brincaram dizendo que Paul ama Ariana Grande e que escuta Taylor Swift de manhã. Ian elogiou o desempenho musical de Graham, que também é cantora.

Os jornalistas foram alertados a não fazer nenhuma pergunta de cunho pessoal, mas isso não impediu Ian de falar uma vez ou outra sobre a esposa Nikki Reed, com quem se casou recentemente.

 

Satisfashion

Interpretando desde 2009 os mesmos personagens, perguntamos aos atores o que mudou em Damon, Bonnie e Stefan da primeira temporada para a sexta.

Primeiro Paul brincou dizendo que o que não tinha mudado era o seu cabelo. Depois afirmou que uma das mudanças foi o final do relacionamento de Stefan com Elena, que de namorados passaram a se tornar grandes amigos. O ator declarou que essa foi uma grande mudança para o seu personagem, já que não imaginava que o rumo de Stefan e Elena fosse seguir esse caminho.

Já Kat declarou que várias mudanças ocorreram ao longo de todos esses anos. Ela nos disse que na primeira temporada, Bonnie era uma garota descobrindo sobre si e sobre seus poderes e que agora ela se tornou uma mulher determinada. A atriz ainda adiantou que mais mudanças de personalidade irão acontecer para a personagem na sétima temporada da série.

Ian afirmou que Damon começou a série sendo um super vilão que infernizava a vida de todos, e que por ironia do destino, a personalidade dele acabou mudando, fazendo com que assim o personagem acabasse se tornando uma pessoa amigável e divertida.

 

Sexta temporada e despedida de Elena

Durante a coletiva, os três evitaram responder perguntas relacionadas ao final da sexta temporada de TVD que termina esse mês nos Estados Unidos. Kat disse que não poderia dizer nada de específico sobre o assunto e que as pessoas deveriam assistir para saber o que irá acontecer. O mistério continuou quando a pergunta foi sobre a gravação da última cena de Nina Dobrev (a atriz que interpreta a protagonista Elena não irá mais participar do seriado). Paul afimou que foi estranho, mas que tudo precisa chegar ao seu fim. Já Ian declarou não saber o que pode ou não ser dito, preferindo assim não falar nada, pois não quer entrar em problemas com os escritores.

 

Bonnie e Damon ou Damon e Stefan?

Graham e Somerhalder desconhecem a existência da possibilidade de Bonnie e Damon engatarem um romance, após a saída de Elena da série. Ambos acreditam que isso seria estranho, mas declararam que adoram trabalhar juntos. Ian brincou dizendo que Damon e Stefan irão se tornar um casal e que assim continuariam mantendo a família unida, já que os personagens são irmãos.

 

Comédia

O CQC também estava presente e como de costume deu um tom cômico à coletiva ao perguntar, já que eles “são” vampiros, o que achavam do sangue carioca mesmo infectado com o vírus da dengue.

Paul arrancou risos dos jornalistas ao questionar o que era dengue. Já esclarecido sobre o vírus, o ator disse que vampiros não pegam doenças. Ian declarou que o sangue brasileiro é picante, bem quente, e que tem muita paixão. Maurício Meirelles, repórter do humorístico, os “presenteou” então, com um saquinho contendo naturalmente um sangue falso. Kat fez uma carinha de nojo ao olhar para o conteúdo e tirou a embalagem da frente dela.

 

Sucesso e Steroline

Ao responder o que faz da série um grande sucesso, já que foi confirmada para a sétima temporada, Ian brincou dizendo que o motivo é quando Paul tira a roupa em cena. Deixando a brincadeira de lado, o ator acredita que a identificação com vários fatores da trama como relacionamentos entre casal, irmão, família e amigos, são os motivos pelos quis a série dura até hoje. Segundo ele, mesmo a audiência do seriado nos Estados Unidos não sendo tão alta o público vai se renovando a cada ano.

Questionado se o romance de Stefan com Caroline tem futuro, Paul declarou que somente os escritores sabem a resposta, mas que acredita que o relacionamento irá se desenvolver de alguma forma, só que não sabe exatamente como.

 

Kat e Bonnie

Perguntada sobre o que Bonnie influenciou em Kat, a atriz brincou que não foram as roupas da personagem, mas sim a determinação e o fato dela nunca desistir de algo.

Graham ainda declarou não ter uma vida social fora do trabalho, já que concilia a carreira de atriz com a de cantora. Amorosa, a cantriz disse que os caras (Ian e Paul) ao lado dela eram a sua vida.

 

Brasil

Ian declarou que o Brasil é um país muito bonito, mas o que o resume são as pessoas. O norte-americano afirmou nunca tinha visto tanta paixão e amor e que isso é inacreditável. Kat concordou e Paul afirmou que os fãs são muito entusiasmados e que também nunca tinha visto nada assim em qualquer outro lugar. Ian disse que o Brasil é muito ruim para o ego deles, porque são pessoas incríveis.

Assista tudo com exclusividade abaixo:

O programa "Tudo Pela Audiência", programa comandado por Tatá Werneck e Fábio Porchat está retornando hoje para uma nova temporada no canal Multishow e o Satisfashion entrevistou com exclusividade Paulo Ferrari, que interpreta o Boytata Paulo Sarado.

ALERTA: Tentarei ao máximo não dar muitos Spoilers do primeiro filme, mas é bem difícil, pois é uma continuação direta.

Quando ouvi a fantástica música de Thomas Newman enquanto assistimos Sonny saindo de quadro com sua lambreta no primeiro filme seguidos do já tradicional fade out, a última coisa que veio a minha cabeça seria que um filme tão contido dentro de si mesmo poderia gerar uma sequência, pois afinal o que haveria de novo para ver? Todos os conflitos se resolvem e o final encerra a história satisfatoriamente, então uma continuação seria apenas uma questão de ganância e de extrair mais dinheiro de uma idéia que deu certo? Bem, tenho que dizer que sim e que não.

Primeiramente vamos nos situar para quem pegou o bonde andando. “Previously on AMC’s Marigold Hotel”, diria o narrador nesse momento em que recapitulo as peripécias de Sonny ao tentar administrar um hotel que é tão ruim, mas tão ruim que só esse hotel poderia servir umas duas temporadas do “Hotel Hell” e, isso com certeza foi uma das coisas que mais veio a minha mente logo no inicio do filme: Gordon Hamsey dando uma lição no menino que queria ser um milionário. Mas essa é só uma parte da trama do filme, pois um dos elementos de sucesso do roteiro é que ele é o que chamamos de ensemble movie (ou seja, um tipo de filme que tem muitos personagens e, por consequência, muitas tramas que se interligam como por exemplo, “Simplesmente Amor”), mas ele não é somente isso, somado a isso está uma pequena pitada de “Se Beber Não Case Geriátrico” e um estilo dramédia á lá Wes Anderson, bem passado. Não estou dizendo que o diretor deixa a desejar de maneira alguma, mas não deixa sua marca, tendendo um pouco a um filme que mesmo sendo bom, fica faltando aquela marca de algo especial do diretor.

No primeiro filme, a primeira coisa que impressiona é o elenco. Começando por Evelyn (Judi Dench, a famosa “M” dos filmes do James Bond desde “007 contra Goldeneye”), Garham (Tom Wilkinson, dos recentes “Conduta de Risco” e “Batman Begins”), Douglas (Bill Nighy, de “Simplesmente Amor” e “Os Piratas do Rock”) e Jean Ainslie (Penelope Wilton, a Primeira Ministra Harriet Jones de Doctor Who), Norman (Ronald Pickup, de “O Missionário”), Muriel (Maggie Smith, a Professora Minerva McGonagall da franquia Harry Potter) e Madge (Celia Imrie, de “Highlander” e “O Diário de Bridget Jones”). Todos estes personagens possuem uma coisa em comum: sua vida financeira ou pessoal está caindo aos pedaços, é ai então que eles decidem fazer uma viagem para a Índia e lá chegam ao hotel desastroso de Sonny (muito bem montado pela direção de arte, mas que ainda assim fica com aquela sensação de ser um Sound Stage), que os coloca juntos para viver e entender melhor a si mesmos e a situação em que se encontram.

Durante o decorrer da trama o Hotel fica em perigo e Muriel ajuda a salva-lo e é exatamente dai que a história do segundo filme se inicia. Lembra que tinha falado da ganância? Bem, ela é o que move todo o filme, pois Sonny e Muriel querem fazer do sucesso do Marigold uma franquia de hotel voltado para os idosos, enquanto em paralelo acontecem os planos de casamento de Sonny com sua namorada do primeiro filme.

Esse filme é muito mais focado no hotel e em Sonny do que no elenco idoso do primeiro filme, mas não que isso tenha sido deixado de lado, muito pelo contrário, mas o foco no sucesso de Sonny é muito maior dessa vez e os riscos e apostas financeiras e amorosas dele tem muito mais importância, pois ele tem muito mais a perder: a diferença entra perder uma namorada, ou uma futura esposa e entre perder um hotel furreca e destruído e perder a chance de uma franquia de negócios com altíssimos investimentos e retornos.

As outras tramas seguem praticamente de onde pararam no filme anterior. Não vou me estender muito nelas para não dar Spoilers, mas elas funcionam bem, assim como as novas adições ao elenco. Richard Gere, continua como na maioria de seus filmes interpretando bem na linha entre o bom e o ruim com o enigmático Guy Chambers, porém a melhor adição sem sombra de dúvida é Tamsin Greig (da fantástica série “Episodes”), que mesmo aparecendo bem pouco, faz cada segundo seu de tela ser marcante.

O roteiro é um caso a parte. Lembra do Coiote e do Papa-Léguas (Bip-Bip!)? Durante todo o desenho o Coiote colocava várias armadilhas pro Papa-Léguas, que sempre escapava ileso. Assistindo esse filme, não pude evitar em pensar que o roteirista parecia o Coiote, só que esquizofrênico. E digo isso, no bom sentido. Toda hora ele coloca armadilhas que fazem parecer que previsíveis viradas irão acontecer, então de fato acontecem, mas ai ele mostra que era o que estava em uma camada inferior aquela que realmente importava, fazendo um ótimo trabalho de causar expectativas de uma forma e nos surpreender de outra forma completamente diferente.

Fora isso, o filme tem os mesmos pontos fortes (direção de arte, atores fantásticos e ótima fotografia) e pontos fracos (em certos momentos parece se arrastar e diversos segmentos do roteiro são muito menos interessantes que outros) do anterior, mas isso não estraga de forma alguma um filme com qualidades suficientes para extrapolar os seus problemas.

Esse filme foi a melhor surpresa do ano até agora e realmente encanta, emociona e surpreende.

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AVISO: O escritor que vos escreve não tem muito conhecimento sobre a obra do autor adaptado, o gênero cinematográfico aqui comentado e nem sobre rodeios e cultura country, redneck e sertaneja, portanto caso haja alguma afirmação errônea, sintam-se a vontade para educadamente corrigi-la nos comentários. 

O Satisfashion traz a critica do filme Crimes Ocultos, que terá sua estreia aqui no Brasil dia 21 de maio.

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