Música

Anna Kendrick e Justin Timberlake estão em Cannes para promover a animação "Trolls".

Cyndi Lauper participou do programa The Late Late Show with James Corden nesta segunda-feira (9) e fez uma paródia de seu sucesso "Girls Just Wanna Have Fun".

Justin Timberlake lançou na madrugada desta sexta-feira o clipe de "Can't Stop The Feeling" e nós, do Satisfashion Brazil, já estávamos ansiosos!

Hoje Adele completa 28 anos e para celebrar separamos uma lista com 5 curiosidades que todo fã tem que saber:

A eterna Princesa do Pop receberá uma homenagem digna de seu status.

Depois de tanta espera, finalmente Nick Carter realizou o sonho de ser pai. Na última terça-feira (19), a esposa do cantor, Lauren Kitt, deu à luz a Odin Reign Carter, após 30 horas de trabalho de parto. A mais nova mamãe do pedaço preferiu recorrer ao parto humanizado, que ocorreu na banheira de sua casa.

Para alegria dos fãs, o casal coruja compartilhou a foto de Odin através do programa norte-americano Entertainment Tonigh. Em relato ao programa, Nick comentou sobre a escolha inusitada do nome de seu bebê: "Odin é da mitologia nórdica e significa Deus profundamente temível. É um nome forte."

 

Casados desde 2014, Nick Carter e Lauren Kitt tentavam ter um filho desde o ano passado. Com o nascimento de Odin Reign Carter, agora todos os integrantes dos Backstreet Boys possuem filhos. Será que teremos no futuro uma nova banda de sucesso estrelada pelos rebentos da boyband?

A girlband Little Mix acaba de lançar seu mais recente vídeo clipe e ele está uma lindeza só! Em HairLeigh-Anne é traída pela rapper Sean Paul, e como boas amigas que são, Perrie, Jade e Jesy montam uma festa do pijama daquelas para consolar a amiga. O resultado? Diversão na certa! Confira:

A canção Hair que é o quarto single do álbum Get Weird chegou a ganhar um clipe não oficial em novembro do ano passado. A produção ganhou ares caseiros e serviu como parte da divulgação do terceiro CD das britânicas. Veja clicando aqui.

 

 

No último dia 20 de março, encerrou-se a décima turnê de Madonna, a “Rebel Heart Tour”, que ficou por sete meses na estrada, com 82 apresentações por mais de 50 cidades em 24 países e quatro continentes, arrecadando cerca de 170 milhões de dólares. Com ela, a chamada rainha do pop chega à marca de 1,31 bilhão de dólares de bilheteria em turnês, tornando-se a única artista solo da história da música mundial com tal feito, segundo publicação da Revista Billboard. Considerado pelos fãs como um dos melhores shows de sua carreira, a “Rebel Heart Tour” não teve parada pela América Latina e, consequentemente, sem vinda ao Brasil. Além de ter mostrado Madonna de algumas formas que nem público nem a mídia estavam acostumados a ver, os shows foram repletos de boas lembranças, tecnologia de ponta e amor de todas as formas.

Viu-se uma mulher mais humana (que se emocionou pelos problemas com o filho Rocco), mais alcançável, mais próxima dos fãs - inclusive levando pelo menos um para palco a cada show -, comunicativa e, porque não, menos acelerada. Ela continua performática e acrobática, mas com coreografias não tão exigentes, nem pesadas e bem mais “de efeito visual” (sem perder o fôlego) que dão um ar de elegância e diversão às apresentações, e em alguns momentos, lembra uma grande celebração dela com seus 20 dançarinos. Aquela busca pela perfeição, com passos e lugares marcados, ainda está ali, mas soa mais sutil. 2.150.400 luzes LED se dividem em rampas que viram telões e nos próprios telões do palco. Como um todo, é um espetáculo muito colorido e bonito de se ver, montado para ser admirado, com diversas histórias encaixadas. Não é à toa que foi ensaiado diariamente por mais de três meses antes da estreia.

                          

                              Depois de muitos anos dizendo que não cantaria mais "Material Girl", Madonna o fez nesta turnê (Crédito: Stufish)

As paradas estratégicas (também de descanso, claro) para que Madonna apresente uma canção com algum instrumento continuam. No setlist da turnê, 23 canções e muitas surpresas em cada show. Sucessos há muitos anos não apresentados, como “True Blue”, "Who´s That Girl", "Deeper And Deeper" e "Love Don´t Live Here Anymore" (esta última pela primeira vez ao vivo) estiveram presentes, para realizar o sonho de inúmeros fãs. Em resumo, durante sua recém-terminada turnê, Madonna encontrou-se com a história antiga do Japão, encarnou Joana d'Arc fazendo revoluções, passeou pelo rockabilly (no clima do filme "Grease"), foi ao México e dançou, como Frida Kahlo, seus ritmos latinos (tema que parece ser de interesse, vide o número de vezes que marca presença em suas turnês) e terminou nos anos 20 parisienses.

E ainda tem aquelas polêmicas já esperadas de Madonna nos seus shows, não é? Quem mais tem coragem de levar ao palco, uma representação artística da Última Ceia, na qual ela e seus dançarinos fazendo as vezes de Jesus Cristo e seus apóstolos, parecem mais estar em uma festa para Baco, na canção “Holy Water/Vogue” (com freiras de roupas de baixo fazendo pole-dance em cruzes estilizadas). Ou então em “Devil Pray”, música em que ela canta sobre como devassidões como álcool, drogas e outras podem aproximar ou afastar as pessoas de Deus, ao mesmo tempo em que se confessa e senta no colo de um padre no palco. Os dois números foram muito criticados e até proibidos em algumas cidades. Nada incomum nestes 33 anos de carreira da artista e que ela não tenha visto, uma vez que até excomungada pela Igreja Católica Madonna já foi. Sexo e religião são temas que ela gosta de aprofundar.

               Madonna e sua representação da Última Ceia em "Holy Water/Vogue" (Crédito:Chris Weger/Reprodução Internet)

Houve reclamações de diversos lados sobre o espetáculo: o público revoltado com atrasos em diversos shows, críticas sobre sensualidade e citações ao catolicismo, entre outras questões notórias para quem acompanha mesmo que de longe o show business. Mas nada como usar as redes sociais para reclamar também, não é? Sim, Madonna usou e muito seu perfil no Instagram para rebater opiniões e dar explicações de temas que lhe incomodaram. Afinal, ela é humana, tem emoções, deve e pode expressá-las. Falando em chateação, o povo brasileiro (desta ela nem tem culpa assim) esperou, esperou e não conseguiu ver a “Rebel Heart Tour” em solo nacional. Mas os fãs se viraram como puderam.

Brasileiros falam sobre turnê que “não viram”

O psicólogo Fábio Martins, de 36 anos, foi até o Barclays Center, em Nova York, assistir Madonna, em setembro de 2015. Ele, que conferiu todos os shows desde a era “The Girlie Show”, considera “Rebel Heart” o mais completo, em termos de música, no qual “ela estava aparentemente mais relaxada, menos coreografada, celebrando mais seus hits”. “Eu amei. Foi o melhor desde o primeiro que assisti”, complementa ele.

Já DJ Flavius, de 39 anos, não pôde assistir a nenhum show desta última turnê. Já esperava não ver Madonna, “devido à crise econômica em que o Brasil se encontra, refletida diretamente no alto valor do dólar”. Flavius comenta que qualquer turnê dela acaba sendo um empreendimento caro. “Adiciona-se a isso o fato de Madonna não mudar a estrutura de seus shows. Ela não diminui absolutamente nada, o show que apresenta em todos os países é o mesmo que apresenta nos EUA, fielmente”. O DJ se surpreendeu com a execução do espetáculo. “O show parece mais intimista e menos técnico, embora tecnicamente também seja perfeito, ágil e empolgante”.

Madonna veio ao Brasil pela primeira vez há 22 anos e foi quando o jornalista Daivson Santos, aos 10, tornou-se seu fã. Ele, que já acampou em filas de show, porta de hotel e fez diversas coisas para vê-la (já até conseguiu encostar no seu ídolo), estava se planejando para ver a estreia da “Rebel Heart Tour”, que seria dia 29 de agosto, em Miami. Porém, por motivos de planejamento, foi adiada e aconteceu em Montreal, no Canadá, em 9 de setembro de 2015. “As cinco primeiras datas da turnê foram remanejadas de agosto de 2015 para janeiro de 2016. Atrapalhou meus planos”. Além disso, Daivson comenta que “a alta do dólar afastou não somente a Madonna, mas muitos artistas pop”.

Para ele, nesta atual fase, Madonna está mais próxima dos fãs, buscando um contato mais direto. “Esta turnê resgatou músicas que ela não cantava há décadas e outras que nunca havia sido apresentadas ao vivo”, frisa o jornalista. Mesmo sem vir ao país desde sua passagem com a “MDNA Tour”, em 2012, ela não se esquece do Brasil. Na última música da “Rebel Heart Tour”, “Holiday” (um dos seus maiores sucessos), a bandeira verde e amarela está lá marcando presença. 

                            

                                                  Madonna em plena performance de "Like a Virgin" (Crédito: Stufish)

O coração rebelde continua a pulsar e causar

Madonna sabe como ninguém administrar sua carreira e reinventar-se de tempos em tempos. Isto já é tão inerente a sua imagem que as pessoas já torcem/apostam em como ela deve aparecer para a divulgação de um próximo CD. Em entrevista para o site da revista Rolling Stone em 7 de outubro de 2015, ela revelou a vontade de fazer um show no estilo banquinho, garrafa de vinho, violão e piadas, algo bem simples. Ela já deu até uma prova ao público australiano no dia 10 de março deste ano, com o show “Tears of a Clown”, com música, ironia e até tristeza. Bem diferente do que se espera dela. E a graça está aí: não há como ter um padrão de criatividade vindo de Madonna.

Diferente do que tem se visto nos últimos 20 anos, quando artistas têm tido bruscas mudanças em suas carreiras com visual, estilo musical, entre outros fatores, Madonna se mantém viva, correndo por fora de toda esta complicada competição por espaço no show business. Há tempos, ela demonstra que prefere investir em turnês do que na divulgação e vendas de CDs. Tantas vezes ciente de seus limites, Madonna nunca foi de se limitar. E não será agora que ela o fará. Em 16 de agosto deste ano, ela comemora seus 58 anos, há 33 deles no trono do pop, incomodando a quem tiver de incomodar, tocando em certos assuntos que ninguém quer falar, como sexo, religião, políticas, causas humanitárias e colocando seu coração rebelde a pulsar.

 

                        
                                                    Madonna ao fim da música "Devil Pray" no show (Crédito: Stufish)

 

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