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Cultura

Enquanto os fãs se despediam do primeiro dia de encontro com Ian Somerhalder, Paul Wesley e Kat Graham, o Satisfashion junto com outros jornalistas estava à espera dos atores para a coletiva de imprensa em um hotel do Rio de Janeiro. Os três astros de The Vampire Diaries vieram ao nosso país no último final de semana para participarem de um evento com os fanáticos brasileiros. Realizado pela produtora DayDream, os intérpretes de Damon, Stefan e Bonnie passaram o dia todo de sábado (02) e domingo (03) tirando fotos, distribuindo autógrafos e conversando com uma legião de fãs na cidade maravilhosa. Acompanhados de Nikki Reed (esposa de Ian) e Phoebe Tonkin (namorada de Paul que também participou da convenção Vampire Attraction) o grupo fez sucesso no Rio.

Descontraídos e simpáticos durante a coletiva, os atores ficaram diversas vezes brincando entre si e se zoando, mostrando que a sintonia também é forte fora de cena. Paul implicava com Kat, e como consequência, a atriz o empurrava e o batia. Tudo de brincadeira é claro.

O ator chegou a cantar um trecho do refrão de Survivor, famosa canção das Destiny's Child, e Kat, brincaram dizendo que Paul ama Ariana Grande e que escuta Taylor Swift de manhã. Ian elogiou o desempenho musical de Graham, que também é cantora.

Os jornalistas foram alertados a não fazer nenhuma pergunta de cunho pessoal, mas isso não impediu Ian de falar uma vez ou outra sobre a esposa Nikki Reed, com quem se casou recentemente.

 

Satisfashion

Interpretando desde 2009 os mesmos personagens, perguntamos aos atores o que mudou em Damon, Bonnie e Stefan da primeira temporada para a sexta.

Primeiro Paul brincou dizendo que o que não tinha mudado era o seu cabelo. Depois afirmou que uma das mudanças foi o final do relacionamento de Stefan com Elena, que de namorados passaram a se tornar grandes amigos. O ator declarou que essa foi uma grande mudança para o seu personagem, já que não imaginava que o rumo de Stefan e Elena fosse seguir esse caminho.

Já Kat declarou que várias mudanças ocorreram ao longo de todos esses anos. Ela nos disse que na primeira temporada, Bonnie era uma garota descobrindo sobre si e sobre seus poderes e que agora ela se tornou uma mulher determinada. A atriz ainda adiantou que mais mudanças de personalidade irão acontecer para a personagem na sétima temporada da série.

Ian afirmou que Damon começou a série sendo um super vilão que infernizava a vida de todos, e que por ironia do destino, a personalidade dele acabou mudando, fazendo com que assim o personagem acabasse se tornando uma pessoa amigável e divertida.

 

Sexta temporada e despedida de Elena

Durante a coletiva, os três evitaram responder perguntas relacionadas ao final da sexta temporada de TVD que termina esse mês nos Estados Unidos. Kat disse que não poderia dizer nada de específico sobre o assunto e que as pessoas deveriam assistir para saber o que irá acontecer. O mistério continuou quando a pergunta foi sobre a gravação da última cena de Nina Dobrev (a atriz que interpreta a protagonista Elena não irá mais participar do seriado). Paul afimou que foi estranho, mas que tudo precisa chegar ao seu fim. Já Ian declarou não saber o que pode ou não ser dito, preferindo assim não falar nada, pois não quer entrar em problemas com os escritores.

 

Bonnie e Damon ou Damon e Stefan?

Graham e Somerhalder desconhecem a existência da possibilidade de Bonnie e Damon engatarem um romance, após a saída de Elena da série. Ambos acreditam que isso seria estranho, mas declararam que adoram trabalhar juntos. Ian brincou dizendo que Damon e Stefan irão se tornar um casal e que assim continuariam mantendo a família unida, já que os personagens são irmãos.

 

Comédia

O CQC também estava presente e como de costume deu um tom cômico à coletiva ao perguntar, já que eles “são” vampiros, o que achavam do sangue carioca mesmo infectado com o vírus da dengue.

Paul arrancou risos dos jornalistas ao questionar o que era dengue. Já esclarecido sobre o vírus, o ator disse que vampiros não pegam doenças. Ian declarou que o sangue brasileiro é picante, bem quente, e que tem muita paixão. Maurício Meirelles, repórter do humorístico, os “presenteou” então, com um saquinho contendo naturalmente um sangue falso. Kat fez uma carinha de nojo ao olhar para o conteúdo e tirou a embalagem da frente dela.

 

Sucesso e Steroline

Ao responder o que faz da série um grande sucesso, já que foi confirmada para a sétima temporada, Ian brincou dizendo que o motivo é quando Paul tira a roupa em cena. Deixando a brincadeira de lado, o ator acredita que a identificação com vários fatores da trama como relacionamentos entre casal, irmão, família e amigos, são os motivos pelos quis a série dura até hoje. Segundo ele, mesmo a audiência do seriado nos Estados Unidos não sendo tão alta o público vai se renovando a cada ano.

Questionado se o romance de Stefan com Caroline tem futuro, Paul declarou que somente os escritores sabem a resposta, mas que acredita que o relacionamento irá se desenvolver de alguma forma, só que não sabe exatamente como.

 

Kat e Bonnie

Perguntada sobre o que Bonnie influenciou em Kat, a atriz brincou que não foram as roupas da personagem, mas sim a determinação e o fato dela nunca desistir de algo.

Graham ainda declarou não ter uma vida social fora do trabalho, já que concilia a carreira de atriz com a de cantora. Amorosa, a cantriz disse que os caras (Ian e Paul) ao lado dela eram a sua vida.

 

Brasil

Ian declarou que o Brasil é um país muito bonito, mas o que o resume são as pessoas. O norte-americano afirmou nunca tinha visto tanta paixão e amor e que isso é inacreditável. Kat concordou e Paul afirmou que os fãs são muito entusiasmados e que também nunca tinha visto nada assim em qualquer outro lugar. Ian disse que o Brasil é muito ruim para o ego deles, porque são pessoas incríveis.

Assista tudo com exclusividade abaixo:

O Satisfashion teve a honra de entrevistar um dos maiores autores da literatura contemporânea, Márcio Vassallo. 

Autor de 15 livros publicados, dentre eles uma biografia de Mário Quintana, Vassallo é respeitado e celebrado em todas as feiras literárias e palestras pelo Brasil afora.

Conheça mais sobre este autor encantador através desta entrevista exclusiva que ele concedeu ao nosso site.

SF: Eu li que você começou a sua carreira na década de 90, quando você criou um jornal de veiculação gratuita. Como surgiu a ideia e como foi esta experiência?

Márcio: Na realidade, comecei minha carreira como repórter, no Jornal de Letras e depois no Segundo Caderno, do jornal O Globo. Em seguida, também como jornalista, passei pelo caderno de cultura da Tribuna da Imprensa. E criei e editei durante mais de três anos o Lector, jornal especializado em literatura e mercado editorial, que chegou a circular gratuitamente em livrarias e feiras de livros do Brasil com uma tiragem de quinze mil exemplares. Com o apoio essencial da família na época, editar o Lector foi uma das experiências mais enriquecedoras, mais bonitas, mais difíceis, mais felizes e mais mágicas da minha vida.

SF: Seu primeiro livro A princesa Tiana e o sapo Gazé (lançado pela editora Brinque-Book) teve inspiração no clássico “A princesa e o sapo”, dos irmãos Grimm. Por que você escolheu fazer uma releitura do clássico como seu livro de estreia?

Márcio: Mais do que uma releitura do clássico, me inspirei na história de um casal de amigos, a Tiana e o Gazé. Digo no livro que essa história é baseada em sapos reais. E é verdade. Escrevi para descobrir o que mais leva uma princesa cansada da mesmice dos príncipes a se apaixonar por um sapo que não tem vontade de virar príncipe e que se gaba com os amigos de fazer as lagartixas subirem pelas paredes.

SF: Você teve seu filho dois anos após o lançamento da Princesa Tiana, o que o fato de ser pai contribuiu em sua criação?

Márcio: Ser pai me inspira em todos os sentidos da minha vida até hoje, para criar, para escrever, para apurar o meu olho, para exercitar a arte do reparo nas belezas aparentemente mais banais e mais disfarçadas no dia a dia. Publicado pela editora Abacatte, De Filho Para Pai foi o meu primeiro livro declaradamente inspirado no Gabriel, que hoje está com treze anos. Mas, vários outros livros que escrevi depois que o meu filho nasceu foram inspirados na minha convivência com ele.

SF: Eu percebi que você se inspira bastante nos seus familiares para escrever suas histórias, como é o caso do livro De filho para pai, O menino da chuva no cabelo, e Da minha praia até o Japão, esses dois últimos lançados pela editora Global. Quais os outros elementos do seu cotidiano você costuma trazer para os seus livros?

Márcio: As pessoas são a minha principal fonte de inspiração e de trabalho. As conversas das pessoas na rua são tentadoras para mim. Uma cena que vejo, uma frase que escuto, alguma coisa que alguém me diz, tudo pode dar numa história.

SF: O que você está lendo atualmente?

Márcio: Eu nunca consigo ler um livro só, sempre estou lendo mais de um, principalmente livros inéditos, porque trabalho com consultoria literária, avaliando obras de autores de todos os gêneros literários. Depois dessa avaliação, me reúno com o autor e apresento a ele sugestões, críticas e comentários para aprimorar o livro dentro do que for preciso. Também o oriento sobre os caminhos mais profissionais para se aproximar das editoras.

Atualmente, para preparar uma palestra, estou relendo A Arte de ser leve (editora Globo), da minha querida amiga Leila Ferreira, que é uma série de lindas entrevistas dela com um bocado de gente sensível, falando sobre a importância de termos leveza na vida. Por meio de palestras e oficinas para adultos, tenho falado muito em todas as regiões do Brasil sobre a serventia do encantamento na vida da gente. E o livro da Leila tem muito a ver com o que trabalho pelo país.

SF: O livro Seu conto é a nossa história foi escrito em colaboração com mais de 200 crianças de 11 comunidades pacificadas no Rio de Janeiro, incluindo Alemão, Santa Marta, Cidade de Deus, Tabajaras, e outras. Como foi a concepção deste projeto? E o que mudou para você, como autor, depois desta experiência?

Márcio: Essa foi uma das experiências mais sublimes da minha vida.

Eu não conseguia me imaginar escrevendo um livro com outra pessoa, ainda mais com mais de 200 crianças sem nenhuma experiência no ofício.

Nessas oficinas, exercitei a prática da observação junto as crianças e perguntava para elas: “O que você vê que todo mundo vê? E o que será que só você vê e mais ninguém?”.

Eu sempre as incentivava a perder o medo de errar, porque o medo de errar paralisa a criação.

Então, por meio de várias dinâmicas, junto com a larga experiência da Rona Hanning e da Carolina Sanches, do Instituto Ler é Abraçar, e também com o apoio essencial dos auxiliares de bibliotecas do Sesi nas comunidades, consegui mostrar para elas que eu queria saber a forma que cada um criava e não quem era o mais inteligente.

Também gostaria muito de falar sobre o trabalho extraordinário que a artista plástica Simone Barra fez no Seu conto é nossa história. Com toda a sua sensibilidade, seu olho poético  e seu talento desmedido, a Simone fez a edição artística do livro, costurando com magia desenhos que as crianças fizeram ao longo do projeto em fotos que foram tiradas nas comunidades, durante os encontros. Com o colorido dos desenhos misturado ao preto e branco das fotos, a realidade que a fantasia de cada uma delas ganhou por conta dessa edição da Simone deu ainda mais vida e mais verdade ao livro.

Enfim, no final, fiquei realmente feliz por tudo, o resultado foi simplesmente surpreendente, emocionante, maravilhoso mesmo.

Esse projeto foi idealizado pelo Sesi, da Firjan. Quem me convidou para assumir e coordenar o Seu conto é nossa história foram a Cláudia Canto e a Mariana Ribeiro, do Sesi. E eu digo que foi uma grande honra e uma profunda alegria participar desse projeto e escrever esse livro com as crianças.

SF: Você tem diversos trabalhos voltados para o público infantil, mas também escreve obras de não ficção e inclusive escreveu uma biografia sobre Mario Quintana. Você acredita na separação de públicos, entre o infantil e o adulto? E como se dá o reconhecimento por parte de ambos?

Márcio: A classificação de um livro que ganha o rótulo de infantil é uma questão de mercado. Eu acredito mais em uma prosa poética.

Existe muito esta questão na cabeça de muitas pessoas: “Para que idade é este livro?”

Eu acho que não devemos limitar a uma idade, ou um público. Não existe isso em outras artes. Para que idade, por exemplo, é uma quadro do Romero Britto, um espetáculo da Débora Colker ou uma peça do Ariano Suassuna? E já vi crianças olharem fascinadas para uma obra do Romero, saírem extasiadas de um espetáculo da Débora, ou ficarem hipnotizadas por uma peça do Suassuna. Mas, na literatura existe esta separação porque como a literatura produzida para a infância está muito atrelada à escola assim ela acaba ganhando essa classificação infantil, muitas vezes confundindo o literário com o didático.

SF: Qual foi o maior desafio que já enfrentou na carreira?

Márcio: escolher ser escritor é o meu maior desafio, um desafio que me faço todos os dias, mesmo quinze anos depois de ter lançado o meu primeiro livro.

SF: Qual conselho você daria para alguém que queira se tornar escritor?

Márcio: Olhe para os lados. Escreva a partir das suas próprias inquietações e não sobre o que você acha que será um sucesso.

E também, sempre que possível, leia textos que te emocionem, te surpreendam, te perturbem.

SF: Além de escritor, você concede palestras e presta consultoria a novos escritores. Por favor, você pode comentar quais serão seus próximos projetos?

Márcio: Tenho trabalhado muito em Oficinas e com o tema da “Educação por Encantamento”, a importância de exercitarmos o olho. E viver em estado de encantamento é, apesar das nossas perdas, dos nossos tormentos, das nossas aflições, dos nossos vazios, apesar de tudo, conseguirmos reinventar a nossa própria realidade.

Outro projeto que estou realizando e que tem me dado muito prazer e muita alegria são os Casamentos Manuscritos, em que entrevisto casais, edito o material da entrevista, crio um texto com a cara e a essência deles, a partir da história que me contam, e apresento esse texto aos noivos e seus convidados, no dia da cerimônia.

 

SF: Por favor, você pode enviar um recado aos leitores do site?

Márcio: Viva em estado de poesia.

A poesia está em todo o lugar e ela se mostra para a gente por meio da beleza.

O meu livro De Filho Para Pai é sobre a minha relação com o meu filho e também uma declaração de amor a tudo de mais essencial que nos cerca e que na maioria das vezes não vemos, por falta de reparo no olho.

Temos que ajustar o olho para reparar a beleza onde não é comum ninguém vê-la.

Então, nada contra as belezas de cartão-postal, claro, mas a minha sugestão é que aproveitemos com fundura e reparo amoroso as belezas mais despercebidas que estão à nossa sua volta. Afinal, nem todo mundo que é autêntico é feliz, mas todo mundo que é feliz, antes de tudo, é autêntico. E exercitar o olho é uma das formas mais sublimes de dar uma impressão digital à própria vida.

Conheça mais sobre Márcio Vassallo, através de sua página de consultoria para autores e de seu mais recente trabalho "Casamentos Manuscritos", no qual ele ajuda a  celebrar casamentos de forma sensível, diferente e encantadora.

https://www.facebook.com/pages/M%C3%A1rcio-Vassallo-Consultor-liter%C3%A1rio/1593798737513008?fref=ts

João Luiz Azevedo é um dos grandes nomes do teatro nacional: produtor teatral, jornalista cultural, assessor de imprensa, gerente/administrador de teatro e, agora, apresentador de programa de entrevistas na web...

O Satisfashion traz essa semana uma entrevista com o DJ Pedro Pedrada. Saiba mais sobre o nome artístico do DJ: 

"Minha mãe e algumas pessoas dizem que Pedro Paulo é um nome forte e que significava Pedra. Tudo se definiu depois que assisti a uma palestra de Arquitetura. A aula começou com um tijolo e a seguinte pergunta aos alunos "o que vocês estão vendo em mim?" Eu desccobri que um pedaço de vidro e um diamante são iguais, até você começar a lapidar o fundamento e a história das pedras. Assim surgiu o meu nome "Pedro Pedrada". Nome forte que veio para marcar, fazer a diferença e causar polêmica, pois tenho meus próprios pensamentos e opiniões. Mas pode mudar se você me convencer". 

Pela apresentação de Pedro, podemos perceber que ele é uma pessoa de personalidade forte e com mente aberta. Além de tocar músicas que fazem com que o seu público não fique parado um minuto sequer, o DJ também pode ser visto dando aulas técnicas para aqueles que querem aprender como funciona esse trabalho tão importante no meio musical. 

Em entrevista exclusiva, Pedro Pedrada nos conta o início de sua carreira, revela um momento hilário no qual passou, e aconselha as pessoas que querem se tornar um profissional no mundo da música: 

S.F: Pedro, os leitores do Satisfashion querem saber: como você iniciou a sua carreira de DJ?

P.P: Comecei como a maioria dos DJs tocando em festas de amigos (dando uma palinha) até formar minha identidade musical e construir uma clientela.

S.F: O que não pode faltar no seu setlist?

P.P: Músicas que emocionem as pessoas indiferente da idade. Quando eu toco eu procuro fazer as pessoas reviverem todas as lembranças boas que elas viveram através da música.

S.F: Qual foi o momento mais marcante na sua carreira?
 
P.P: Houve muitos momentos, mas acho que o mais marcante foi quando eu comecei a me sustentar com a música, pois viver de arte é para poucos. 

S.F: Já aconteceu algo inusitado no seu trabalho?

P.P: De cada cinco eventos, uma coisa inusitada acaba acontecendo. Uma delas, por exemplo, foi uma rave que eu toquei e uma cliente tirou a roupa e ficou pelada dançando, pois alegou que estava sentindo muito calor.

S.F: Além de colocar a galera para dançar, você também dá aulas. Conta um pouquinho para os leitores como ela funciona e como faz para participar dela.

P.P: É uma aula de qualificação técnica, nela eu ensino durante um mês tudo o que um leigo, ou não, precisa saber para manipular as mídias, as tecnologias, éticas e posturas da atividade de DJ. Para participar é simples: é só gostar de música e ter uma grande vontade de aprender. 

S.F: Se não trabalhasse com música,  qual outra profissão você escolheria para trabalhar?

P.P: Nunca pensei em outra profissão, pois sempre estive muito ligado à música desde minha infância. 

S.F: Hoje em dia, muitas pessoas apostam na carreira de DJ para ganhar dinheiro. Às vezes não entendem nada do ramo, mas querem ingressar na área achando que se trata de um trabalho fácil. O que você tem a dizer para essas pessoas?

P.P: É um trabalho que parece fácil, mas requer muito estudo como toda profissão, pois numa festa você precisa de muito feeling para deixar a pista e as pessoas com a vibe lá em cima. Dou a dica de sempre: se manter informado e sempre estar pesquisando, pois sempre estão aparecendo novos tecnologias, e ver o trabalho de outros DJs é muito importante também. 

S.F: Qual conselho ou dica você daria para uma pessoa que quer se tornar DJ?

P.P: Estude muito a história de todos os ritmos, pois só assim você poderá formar sua personalidade musical. 
 
S.F: Convide os leitores do Satisfashion para conhecer seu trabalho.

P.P: O mundo dos DJs é incrível, sempre posto os lugares que estarei tocando no meu facebook, é só acessar e escolher o evento. Será muito bem vindo (a)! 

Veja abaixo uma das apresentações do DJ na Sax Live House: 

 Para conhecer mais o trabalho do DJ Pedro Pedrada, acesse o facebook clicando aqui.

 

O programa "Tudo Pela Audiência", programa comandado por Tatá Werneck e Fábio Porchat está retornando hoje para uma nova temporada no canal Multishow e o Satisfashion entrevistou com exclusividade Paulo Ferrari, que interpreta o Boytata Paulo Sarado.

Os fãs do ator Paul Wesley ganharam um presente de natal adiantado, que foi nada mais, nada menos, do que um encontro com o ídolo vampiresco. Organizado pelas empresas IT Entretenimento e M2 Events and Media, o astro da série de TV The Vampire Diaries desembarcou em terras tupiniquins para participar de um super encontro com direito a fotos e perguntas, no Rio de Janeiro e em São Paulo, no último dia 21. O Satisfashion Brazil é claro, não poderia ficar de fora dessa e conta com exclusividade tudo o que rolou na edição carioca do evento.

Chamado de “Inside The Show” a programação começou com um Meet & Greet com duração de 20 minutos, onde um seleto grupo de fãs pôde conversar com o interprete do Stefan Salvatore e tirar fotos. Logo em seguida, chegou a vez dos admiradores formarem uma fila para receber um autógrafo de Paul. Simpático e super educado, o ator cumprimentava cada fã com um “How are you?” (Como você está?), conversava rapidamente com eles, e terminava a sessão com um risonho “muito obrigado” em inglês.

 

O momento mais esperado por todos era o próximo: hora da foto individual com o ídolo. Apesar do nervosismo de muitos, os fãs mantiveram a calma e souberam esperar com organização o registro com o Paul. Sorrindo ao receber os fãs, Wesley chegou a reconhecer alguns deles após o autógrafo, dizendo “Ei, você de novo”, deixando principalmente as meninas encantadas. Após o click, o choro de felicidade e a emoção de estar perto do ator estavam completamente liberados.           

Para a fã Viviane Gonzalez de 17 anos, a ficha parecia não ter caído:

“Quando estava na minha vez, saí correndo para abraçá-lo. Na hora da foto ele me abraçou de volta. Sabe quando dá aquela sensação de que parece que você morreu e quando abre o olho de novo e vê “pô, ainda tô aqui"? Foi muito isso. Aí você começa a chorar e ficar nervosa”.

Já Luisa Coimbra de 13 anos, ficou tão emocionada ao ver o ídolo de perto que só conseguia falar "Ele é lindo e muito fofo. Eu o amo, sabe?”

Depois de terminada as sessões de fotos, todos se reuniram em um auditório para começar a etapa de perguntas e respostas. Paul chegou acenando para o público presente e disse “Eu não falo português” em ... português! Ou seja, já demonstrava estar com um bom humor para atender a platéia entusiasmada. O painel contou com uma tradutora para ajudar aqueles que não dominavam a língua inglesa.

A interação entre fã e ídolo não poderia ter sido melhor. Paul foi extremamente simpático, sorridente e brincalhão dizendo que não entendia nada quando alguém falava em português durante o evento. Um fã pediu ao ator para dizer o bordão brasileiro "Eita, Giovanna", que virou febre na Internet por causa de um vídeo inusitado. Desconfiado, já que a galera vibrou com o pedido, Paul perguntou qual era o significado, e logo em seguida, disse o viral fazendo o público gargalhar. Confira aqui.

Animados como só os brasileiros podem ser, outra fã pediu para que o ator dissesse que as fãs do Brasil eram gostosas. Paul gostou tanto da palavra que a repetiu diversas vezes com uma voz sexy. Veja aqui.

Além disso, eles cantaram ‘Garota de Ipanema” e o hit de Michel Telo “Ai se eu te pego”. Paul riu dizendo que não estava entendendo nada, arrancando mais risos da platéia.

O Satisfashion interagiu com o ator fazendo a seguinte pergunta:

“No twitter, a hashtag “TVD has no diaries” ficou entre os assuntos mais comentados do mundo. No começo da série os diários ainda eram usados. Para onde eles foram?”

Paul respondeu que os escritores achavam que estava muito chato escrever no diário todos os dias. Então, agora a série está bem melhor sem eles: “Eu acho que é melhor sem os diários”.

Para ficar mais por dento do bate-papo, separamos algumas perguntas que os fãs fizeram para ele. Confira:

: Temos um grupo que torce pelo relacionamento amoroso de Stefan com a Caroline. Podemos ter esperança nesse casal ou devemos parar por aqui e esquecer os dois juntos?

Antes de responder, Paul apontou para um grupo de fãs na frente dele e disse "Eles não gostam de Steroline" (junção de Stefan e Caroline), o que fez as pessoas que detestam o casal irem ao delírio.

Paul: Eu acho que vocês devem manter a esperança. Desculpa (para os que não gostam).

: Gostaria de saber se o Stefan já aceitou que a Elena não está mais apaixonada por ele, e sim pelo Damon, ou se ele está negando isso?

Paul: Eu não sei. Acho que ele está bem com isso, porque bom, agora tem a Caroline. Então, acho que ele está ok.

: O que você acha do fato de que em TVD todo mundo morre, mas de fato, ninguém morre de verdade.

Paul: Eu não gosto. É realmente muito chato. Mas acho que isso não irá mais acontecer.

: De 0 a 10, qual nota você dá para o Rio?

Paul: Onze!

: O que você acharia de um crossover (onde duas ou mais séries se encontram em um mesmo episódio) entre The Vampire Diaries com The Originals?

Paul: Eu adoraria. Seria ótimo.

: Qual foi a situação mais engraçada que aconteceu durante a gravação da série?

Paul: Às vezes eu mordo alguém e o dente falso cai. Isso é bastante comum. Os atores também caem muitos durante as cenas de flasback das cenas de época, porque não estão acostumados a andar com aquele tipo de roupa, então é bem engraçado.

: Você gostaria de visitar o Rio durante o carnaval?

Paul: SIM! É em fevereiro, não é? É na praia? Em todos os lugares? Todo mundo samba? Estou dentro! Eu gostaria.

: Tem alguma chance de nós vermos o Ripper* de novo?

Paul: Sim, confie em mim. Algum dia isso vai acontecer.

*Fase em que Stefan se descontrola e sai matando suas vítimas.

: De qual série você gosta e que desejaria participar?

Paul: Pretty Little Liars. A série é popular aqui? Vocês gostam dela, né?

: Como foi filmar a cena do reencontro do Stefan com o Damon?

Paul: Foi um bom momento, né? Ficamos emocionados. Foi um momento bom.

: Qual o maior mico que você já pagou durante TVD?

Paul: Sem querer eu falei durante uma sessão de perguntas e repostas, sobre um casal que ainda não tinha acontecido e estragou a surpresa. Por isso eu não gosto de falar sobre essas coisas.

: Qual é o personagem mais engraçado da série e por quê?

Paul: Eu! Óbvio!

: Queria saber se para ser ator de TVD ser modelo é um pré-requisito já todos são lindos.

Paul: (Risos) Eu não sei. Nos filmes antigos os vampiros eram bem feios e carecas, agora não são mais. Eu não sei o porquê.

: O que você tem em comum com o Stefan?

Paul: Meu cabelo. E eu choro muito também. To brincando.

: O que você acha de fazer parte de uma série que todo mundo ama?

Paul: É maravilhoso. É estranho porque você começa a fazer uma família com essas pessoas e agora o show esta se encaminhando para o fim. Então é estranho. É como não saber o que vai acontecer depois de tudo.

: O Ian (Somerhalder) é como um verdadeiro irmão pra você?

Paul: Sim. Ele realmente é. Às vezes ele acha que é o meu irmão mais velho, mas eu acho que ele é meu irmão caçula.

 Esperamos que tenham gostado da cobertura tanto o quanto nós curtimos participar dela. Não deixe de conferir o Satisfashion Brazil para mais eventos.

 

ALERTA: Tentarei ao máximo não dar muitos Spoilers do primeiro filme, mas é bem difícil, pois é uma continuação direta.

Quando ouvi a fantástica música de Thomas Newman enquanto assistimos Sonny saindo de quadro com sua lambreta no primeiro filme seguidos do já tradicional fade out, a última coisa que veio a minha cabeça seria que um filme tão contido dentro de si mesmo poderia gerar uma sequência, pois afinal o que haveria de novo para ver? Todos os conflitos se resolvem e o final encerra a história satisfatoriamente, então uma continuação seria apenas uma questão de ganância e de extrair mais dinheiro de uma idéia que deu certo? Bem, tenho que dizer que sim e que não.

Primeiramente vamos nos situar para quem pegou o bonde andando. “Previously on AMC’s Marigold Hotel”, diria o narrador nesse momento em que recapitulo as peripécias de Sonny ao tentar administrar um hotel que é tão ruim, mas tão ruim que só esse hotel poderia servir umas duas temporadas do “Hotel Hell” e, isso com certeza foi uma das coisas que mais veio a minha mente logo no inicio do filme: Gordon Hamsey dando uma lição no menino que queria ser um milionário. Mas essa é só uma parte da trama do filme, pois um dos elementos de sucesso do roteiro é que ele é o que chamamos de ensemble movie (ou seja, um tipo de filme que tem muitos personagens e, por consequência, muitas tramas que se interligam como por exemplo, “Simplesmente Amor”), mas ele não é somente isso, somado a isso está uma pequena pitada de “Se Beber Não Case Geriátrico” e um estilo dramédia á lá Wes Anderson, bem passado. Não estou dizendo que o diretor deixa a desejar de maneira alguma, mas não deixa sua marca, tendendo um pouco a um filme que mesmo sendo bom, fica faltando aquela marca de algo especial do diretor.

No primeiro filme, a primeira coisa que impressiona é o elenco. Começando por Evelyn (Judi Dench, a famosa “M” dos filmes do James Bond desde “007 contra Goldeneye”), Garham (Tom Wilkinson, dos recentes “Conduta de Risco” e “Batman Begins”), Douglas (Bill Nighy, de “Simplesmente Amor” e “Os Piratas do Rock”) e Jean Ainslie (Penelope Wilton, a Primeira Ministra Harriet Jones de Doctor Who), Norman (Ronald Pickup, de “O Missionário”), Muriel (Maggie Smith, a Professora Minerva McGonagall da franquia Harry Potter) e Madge (Celia Imrie, de “Highlander” e “O Diário de Bridget Jones”). Todos estes personagens possuem uma coisa em comum: sua vida financeira ou pessoal está caindo aos pedaços, é ai então que eles decidem fazer uma viagem para a Índia e lá chegam ao hotel desastroso de Sonny (muito bem montado pela direção de arte, mas que ainda assim fica com aquela sensação de ser um Sound Stage), que os coloca juntos para viver e entender melhor a si mesmos e a situação em que se encontram.

Durante o decorrer da trama o Hotel fica em perigo e Muriel ajuda a salva-lo e é exatamente dai que a história do segundo filme se inicia. Lembra que tinha falado da ganância? Bem, ela é o que move todo o filme, pois Sonny e Muriel querem fazer do sucesso do Marigold uma franquia de hotel voltado para os idosos, enquanto em paralelo acontecem os planos de casamento de Sonny com sua namorada do primeiro filme.

Esse filme é muito mais focado no hotel e em Sonny do que no elenco idoso do primeiro filme, mas não que isso tenha sido deixado de lado, muito pelo contrário, mas o foco no sucesso de Sonny é muito maior dessa vez e os riscos e apostas financeiras e amorosas dele tem muito mais importância, pois ele tem muito mais a perder: a diferença entra perder uma namorada, ou uma futura esposa e entre perder um hotel furreca e destruído e perder a chance de uma franquia de negócios com altíssimos investimentos e retornos.

As outras tramas seguem praticamente de onde pararam no filme anterior. Não vou me estender muito nelas para não dar Spoilers, mas elas funcionam bem, assim como as novas adições ao elenco. Richard Gere, continua como na maioria de seus filmes interpretando bem na linha entre o bom e o ruim com o enigmático Guy Chambers, porém a melhor adição sem sombra de dúvida é Tamsin Greig (da fantástica série “Episodes”), que mesmo aparecendo bem pouco, faz cada segundo seu de tela ser marcante.

O roteiro é um caso a parte. Lembra do Coiote e do Papa-Léguas (Bip-Bip!)? Durante todo o desenho o Coiote colocava várias armadilhas pro Papa-Léguas, que sempre escapava ileso. Assistindo esse filme, não pude evitar em pensar que o roteirista parecia o Coiote, só que esquizofrênico. E digo isso, no bom sentido. Toda hora ele coloca armadilhas que fazem parecer que previsíveis viradas irão acontecer, então de fato acontecem, mas ai ele mostra que era o que estava em uma camada inferior aquela que realmente importava, fazendo um ótimo trabalho de causar expectativas de uma forma e nos surpreender de outra forma completamente diferente.

Fora isso, o filme tem os mesmos pontos fortes (direção de arte, atores fantásticos e ótima fotografia) e pontos fracos (em certos momentos parece se arrastar e diversos segmentos do roteiro são muito menos interessantes que outros) do anterior, mas isso não estraga de forma alguma um filme com qualidades suficientes para extrapolar os seus problemas.

Esse filme foi a melhor surpresa do ano até agora e realmente encanta, emociona e surpreende.

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AVISO: O escritor que vos escreve não tem muito conhecimento sobre a obra do autor adaptado, o gênero cinematográfico aqui comentado e nem sobre rodeios e cultura country, redneck e sertaneja, portanto caso haja alguma afirmação errônea, sintam-se a vontade para educadamente corrigi-la nos comentários. 

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O Satisfashion Brazil conquistou em pouco tempo credibilidade e a confiança de seus leitores e parceiros, tornando-se referência em Moda e Cultura.

 

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