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Cultura

O programa "Tudo Pela Audiência", programa comandado por Tatá Werneck e Fábio Porchat está retornando hoje para uma nova temporada no canal Multishow e o Satisfashion entrevistou com exclusividade Paulo Ferrari, que interpreta o Boytata Paulo Sarado.

Os fãs do ator Paul Wesley ganharam um presente de natal adiantado, que foi nada mais, nada menos, do que um encontro com o ídolo vampiresco. Organizado pelas empresas IT Entretenimento e M2 Events and Media, o astro da série de TV The Vampire Diaries desembarcou em terras tupiniquins para participar de um super encontro com direito a fotos e perguntas, no Rio de Janeiro e em São Paulo, no último dia 21. O Satisfashion Brazil é claro, não poderia ficar de fora dessa e conta com exclusividade tudo o que rolou na edição carioca do evento.

Chamado de “Inside The Show” a programação começou com um Meet & Greet com duração de 20 minutos, onde um seleto grupo de fãs pôde conversar com o interprete do Stefan Salvatore e tirar fotos. Logo em seguida, chegou a vez dos admiradores formarem uma fila para receber um autógrafo de Paul. Simpático e super educado, o ator cumprimentava cada fã com um “How are you?” (Como você está?), conversava rapidamente com eles, e terminava a sessão com um risonho “muito obrigado” em inglês.

 

O momento mais esperado por todos era o próximo: hora da foto individual com o ídolo. Apesar do nervosismo de muitos, os fãs mantiveram a calma e souberam esperar com organização o registro com o Paul. Sorrindo ao receber os fãs, Wesley chegou a reconhecer alguns deles após o autógrafo, dizendo “Ei, você de novo”, deixando principalmente as meninas encantadas. Após o click, o choro de felicidade e a emoção de estar perto do ator estavam completamente liberados.           

Para a fã Viviane Gonzalez de 17 anos, a ficha parecia não ter caído:

“Quando estava na minha vez, saí correndo para abraçá-lo. Na hora da foto ele me abraçou de volta. Sabe quando dá aquela sensação de que parece que você morreu e quando abre o olho de novo e vê “pô, ainda tô aqui"? Foi muito isso. Aí você começa a chorar e ficar nervosa”.

Já Luisa Coimbra de 13 anos, ficou tão emocionada ao ver o ídolo de perto que só conseguia falar "Ele é lindo e muito fofo. Eu o amo, sabe?”

Depois de terminada as sessões de fotos, todos se reuniram em um auditório para começar a etapa de perguntas e respostas. Paul chegou acenando para o público presente e disse “Eu não falo português” em ... português! Ou seja, já demonstrava estar com um bom humor para atender a platéia entusiasmada. O painel contou com uma tradutora para ajudar aqueles que não dominavam a língua inglesa.

A interação entre fã e ídolo não poderia ter sido melhor. Paul foi extremamente simpático, sorridente e brincalhão dizendo que não entendia nada quando alguém falava em português durante o evento. Um fã pediu ao ator para dizer o bordão brasileiro "Eita, Giovanna", que virou febre na Internet por causa de um vídeo inusitado. Desconfiado, já que a galera vibrou com o pedido, Paul perguntou qual era o significado, e logo em seguida, disse o viral fazendo o público gargalhar. Confira aqui.

Animados como só os brasileiros podem ser, outra fã pediu para que o ator dissesse que as fãs do Brasil eram gostosas. Paul gostou tanto da palavra que a repetiu diversas vezes com uma voz sexy. Veja aqui.

Além disso, eles cantaram ‘Garota de Ipanema” e o hit de Michel Telo “Ai se eu te pego”. Paul riu dizendo que não estava entendendo nada, arrancando mais risos da platéia.

O Satisfashion interagiu com o ator fazendo a seguinte pergunta:

“No twitter, a hashtag “TVD has no diaries” ficou entre os assuntos mais comentados do mundo. No começo da série os diários ainda eram usados. Para onde eles foram?”

Paul respondeu que os escritores achavam que estava muito chato escrever no diário todos os dias. Então, agora a série está bem melhor sem eles: “Eu acho que é melhor sem os diários”.

Para ficar mais por dento do bate-papo, separamos algumas perguntas que os fãs fizeram para ele. Confira:

: Temos um grupo que torce pelo relacionamento amoroso de Stefan com a Caroline. Podemos ter esperança nesse casal ou devemos parar por aqui e esquecer os dois juntos?

Antes de responder, Paul apontou para um grupo de fãs na frente dele e disse "Eles não gostam de Steroline" (junção de Stefan e Caroline), o que fez as pessoas que detestam o casal irem ao delírio.

Paul: Eu acho que vocês devem manter a esperança. Desculpa (para os que não gostam).

: Gostaria de saber se o Stefan já aceitou que a Elena não está mais apaixonada por ele, e sim pelo Damon, ou se ele está negando isso?

Paul: Eu não sei. Acho que ele está bem com isso, porque bom, agora tem a Caroline. Então, acho que ele está ok.

: O que você acha do fato de que em TVD todo mundo morre, mas de fato, ninguém morre de verdade.

Paul: Eu não gosto. É realmente muito chato. Mas acho que isso não irá mais acontecer.

: De 0 a 10, qual nota você dá para o Rio?

Paul: Onze!

: O que você acharia de um crossover (onde duas ou mais séries se encontram em um mesmo episódio) entre The Vampire Diaries com The Originals?

Paul: Eu adoraria. Seria ótimo.

: Qual foi a situação mais engraçada que aconteceu durante a gravação da série?

Paul: Às vezes eu mordo alguém e o dente falso cai. Isso é bastante comum. Os atores também caem muitos durante as cenas de flasback das cenas de época, porque não estão acostumados a andar com aquele tipo de roupa, então é bem engraçado.

: Você gostaria de visitar o Rio durante o carnaval?

Paul: SIM! É em fevereiro, não é? É na praia? Em todos os lugares? Todo mundo samba? Estou dentro! Eu gostaria.

: Tem alguma chance de nós vermos o Ripper* de novo?

Paul: Sim, confie em mim. Algum dia isso vai acontecer.

*Fase em que Stefan se descontrola e sai matando suas vítimas.

: De qual série você gosta e que desejaria participar?

Paul: Pretty Little Liars. A série é popular aqui? Vocês gostam dela, né?

: Como foi filmar a cena do reencontro do Stefan com o Damon?

Paul: Foi um bom momento, né? Ficamos emocionados. Foi um momento bom.

: Qual o maior mico que você já pagou durante TVD?

Paul: Sem querer eu falei durante uma sessão de perguntas e repostas, sobre um casal que ainda não tinha acontecido e estragou a surpresa. Por isso eu não gosto de falar sobre essas coisas.

: Qual é o personagem mais engraçado da série e por quê?

Paul: Eu! Óbvio!

: Queria saber se para ser ator de TVD ser modelo é um pré-requisito já todos são lindos.

Paul: (Risos) Eu não sei. Nos filmes antigos os vampiros eram bem feios e carecas, agora não são mais. Eu não sei o porquê.

: O que você tem em comum com o Stefan?

Paul: Meu cabelo. E eu choro muito também. To brincando.

: O que você acha de fazer parte de uma série que todo mundo ama?

Paul: É maravilhoso. É estranho porque você começa a fazer uma família com essas pessoas e agora o show esta se encaminhando para o fim. Então é estranho. É como não saber o que vai acontecer depois de tudo.

: O Ian (Somerhalder) é como um verdadeiro irmão pra você?

Paul: Sim. Ele realmente é. Às vezes ele acha que é o meu irmão mais velho, mas eu acho que ele é meu irmão caçula.

 Esperamos que tenham gostado da cobertura tanto o quanto nós curtimos participar dela. Não deixe de conferir o Satisfashion Brazil para mais eventos.

 

ALERTA: Tentarei ao máximo não dar muitos Spoilers do primeiro filme, mas é bem difícil, pois é uma continuação direta.

Quando ouvi a fantástica música de Thomas Newman enquanto assistimos Sonny saindo de quadro com sua lambreta no primeiro filme seguidos do já tradicional fade out, a última coisa que veio a minha cabeça seria que um filme tão contido dentro de si mesmo poderia gerar uma sequência, pois afinal o que haveria de novo para ver? Todos os conflitos se resolvem e o final encerra a história satisfatoriamente, então uma continuação seria apenas uma questão de ganância e de extrair mais dinheiro de uma idéia que deu certo? Bem, tenho que dizer que sim e que não.

Primeiramente vamos nos situar para quem pegou o bonde andando. “Previously on AMC’s Marigold Hotel”, diria o narrador nesse momento em que recapitulo as peripécias de Sonny ao tentar administrar um hotel que é tão ruim, mas tão ruim que só esse hotel poderia servir umas duas temporadas do “Hotel Hell” e, isso com certeza foi uma das coisas que mais veio a minha mente logo no inicio do filme: Gordon Hamsey dando uma lição no menino que queria ser um milionário. Mas essa é só uma parte da trama do filme, pois um dos elementos de sucesso do roteiro é que ele é o que chamamos de ensemble movie (ou seja, um tipo de filme que tem muitos personagens e, por consequência, muitas tramas que se interligam como por exemplo, “Simplesmente Amor”), mas ele não é somente isso, somado a isso está uma pequena pitada de “Se Beber Não Case Geriátrico” e um estilo dramédia á lá Wes Anderson, bem passado. Não estou dizendo que o diretor deixa a desejar de maneira alguma, mas não deixa sua marca, tendendo um pouco a um filme que mesmo sendo bom, fica faltando aquela marca de algo especial do diretor.

No primeiro filme, a primeira coisa que impressiona é o elenco. Começando por Evelyn (Judi Dench, a famosa “M” dos filmes do James Bond desde “007 contra Goldeneye”), Garham (Tom Wilkinson, dos recentes “Conduta de Risco” e “Batman Begins”), Douglas (Bill Nighy, de “Simplesmente Amor” e “Os Piratas do Rock”) e Jean Ainslie (Penelope Wilton, a Primeira Ministra Harriet Jones de Doctor Who), Norman (Ronald Pickup, de “O Missionário”), Muriel (Maggie Smith, a Professora Minerva McGonagall da franquia Harry Potter) e Madge (Celia Imrie, de “Highlander” e “O Diário de Bridget Jones”). Todos estes personagens possuem uma coisa em comum: sua vida financeira ou pessoal está caindo aos pedaços, é ai então que eles decidem fazer uma viagem para a Índia e lá chegam ao hotel desastroso de Sonny (muito bem montado pela direção de arte, mas que ainda assim fica com aquela sensação de ser um Sound Stage), que os coloca juntos para viver e entender melhor a si mesmos e a situação em que se encontram.

Durante o decorrer da trama o Hotel fica em perigo e Muriel ajuda a salva-lo e é exatamente dai que a história do segundo filme se inicia. Lembra que tinha falado da ganância? Bem, ela é o que move todo o filme, pois Sonny e Muriel querem fazer do sucesso do Marigold uma franquia de hotel voltado para os idosos, enquanto em paralelo acontecem os planos de casamento de Sonny com sua namorada do primeiro filme.

Esse filme é muito mais focado no hotel e em Sonny do que no elenco idoso do primeiro filme, mas não que isso tenha sido deixado de lado, muito pelo contrário, mas o foco no sucesso de Sonny é muito maior dessa vez e os riscos e apostas financeiras e amorosas dele tem muito mais importância, pois ele tem muito mais a perder: a diferença entra perder uma namorada, ou uma futura esposa e entre perder um hotel furreca e destruído e perder a chance de uma franquia de negócios com altíssimos investimentos e retornos.

As outras tramas seguem praticamente de onde pararam no filme anterior. Não vou me estender muito nelas para não dar Spoilers, mas elas funcionam bem, assim como as novas adições ao elenco. Richard Gere, continua como na maioria de seus filmes interpretando bem na linha entre o bom e o ruim com o enigmático Guy Chambers, porém a melhor adição sem sombra de dúvida é Tamsin Greig (da fantástica série “Episodes”), que mesmo aparecendo bem pouco, faz cada segundo seu de tela ser marcante.

O roteiro é um caso a parte. Lembra do Coiote e do Papa-Léguas (Bip-Bip!)? Durante todo o desenho o Coiote colocava várias armadilhas pro Papa-Léguas, que sempre escapava ileso. Assistindo esse filme, não pude evitar em pensar que o roteirista parecia o Coiote, só que esquizofrênico. E digo isso, no bom sentido. Toda hora ele coloca armadilhas que fazem parecer que previsíveis viradas irão acontecer, então de fato acontecem, mas ai ele mostra que era o que estava em uma camada inferior aquela que realmente importava, fazendo um ótimo trabalho de causar expectativas de uma forma e nos surpreender de outra forma completamente diferente.

Fora isso, o filme tem os mesmos pontos fortes (direção de arte, atores fantásticos e ótima fotografia) e pontos fracos (em certos momentos parece se arrastar e diversos segmentos do roteiro são muito menos interessantes que outros) do anterior, mas isso não estraga de forma alguma um filme com qualidades suficientes para extrapolar os seus problemas.

Esse filme foi a melhor surpresa do ano até agora e realmente encanta, emociona e surpreende.

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AVISO: O escritor que vos escreve não tem muito conhecimento sobre a obra do autor adaptado, o gênero cinematográfico aqui comentado e nem sobre rodeios e cultura country, redneck e sertaneja, portanto caso haja alguma afirmação errônea, sintam-se a vontade para educadamente corrigi-la nos comentários. 

O Satisfashion traz a critica do filme Crimes Ocultos, que terá sua estreia aqui no Brasil dia 21 de maio.

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